terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Quem procura, acha...



Após tantos anos, finalmente poderei curtir o fim-de-ano com uma mínima sensação de independência. Mas, como dizem, "tudo tem o seu porém"...

Absolutamente sozinho para a passagem do Natal, não tive outra opção senão fazer minha própria ceia. O arroz-e-feijão estava pronto, além de uns nuggets (frios) e fritas (frias, murchas e sem gosto), então resolvi comprar alguma coisa para complementar a refeição. A idéia era uma pizza, mas, 9 da noite do dia 24, São Bernardo do Campo mais parecia uma cidade fantasma.

Como quem não tem cão (ou pizza no congelador) se vira com Doritos e um latão de cerveja, boas festas para todos!

domingo, 23 de dezembro de 2007

Outro ponto de vista


Após duas semanas de treinamento e mais duas semanas de agência, começo a desconfiar que Banco do Brasil, Miyamoto Musashi e Popomundo estão mais interligados do que se poderia supor.

Ao passo em que, no meu primeiro dia de agência, me perguntaram se eu não estava orgulhoso por trabalhar em uma grande empresa, secular inclusive, na última sexta-feira pude reparar que, enquanto quem está fora gostaria de entrar, quem está dentro almeja vôos mais altos, o que é altamente natural.

Como bem ensinou o ritmo quase letárgico do Popomundo, não é possível se tornar dominar com maestria toda uma profissão em questão de dias, e portanto não há motivo para ter uma pressa desmedida. Afinal, no fim das contas, é você contra você.

Contudo, ainda me surpreende a quantidade de pessoas que consideram mais importante os fins do que os meios. Afinal, certamente estas não puderam contemplar o seguinte diálogo (adaptado) entre Hozoin In-Ei e Miyamoto Musashi:
- Musashi: Está dizendo que estou preso a uma palavra? Será que estou apenas atrás da fama que ela representa?

- In-Ei: Sempre e sempre o eu! Só enxerga o seu eu. Apenas isso. Como você é pequeno.

- Musashi: Ser invencível... Só vou me preocupar com isso depois de me tornar invencível. Agora só quero chegar ao topo desta montanha. Eu só quero ver a paisagem lá de cima.
Afinal, quando se chega ao topo de uma montanha, é possível ver a que distância se está do chão, e quantas montanhas mais altas ainda existem para ser escaladas...

PS: Sim, não me importa em qual empresa estou trabalhando, é apenas um emprego, e quem define se isso é bom ou ruim é a própria pessoa.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Duas léguas depois do fim da civilização

Após duas quase intermináveis semanas de treinamento na Avenida Paulista, finalmente iniciei meu serviço em Mauá, cidade conhecida no ABC por ter apenas cipós e índios. Eu poderia ter um destino diferente, já que uma moradora da cidade pediu para trocar de agência comigo, mas, como ainda não fiz seguro de vida, achei que o centro de Diadema não era lá grande coisa :P

Ainda pode ser muito cedo para decisões mais aprofundadas, mas já posso dizer que não me arrependo de ter trocado a Câmara por uma excursão diária para depois do fim do mundo. Não apenas por ter reencontrado gente da época do Ensino Médio e do técnico em administração, como também pela boa aceitação geral do pessoal, do correio interno de segunda, que tinha como notícia de capa a visita do cacique Raoni a uma agência nos cafundós, e pelo gato que ficou preso dentro do capô do carro de um dos funcionários o dia todo. Como já me disseram: "mundo pequeno..."

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

I Like Chopin de cu é...

Sim! o Bloco 7 reaberto! Tamo aí na atividade, no morro do dendê e dos lanches nadando na pimenta, regados com cerveja e cachaça de barril 24 horas por dia \o/
- Saudades daqui!
- Você que é o Fernando?
- Sou. Por quê?
- O criador da comunidade do Orkut?
- Não, sou só o atual proprietário, porque um dia a comunidade ficou sem dono.
- Que legal! Eu entro de vez em quando na comunidade!
E assim volta o boteco no qual cansei de gastar fichas para jogar Street Fighter de Rodoviária (aquele em que você apertava Start para trocar de personagem no meio da luta, entre outras manhas)...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

A um salto da liberdade


Mas quem se arrisca a dar o primeiro passo? Bem-vindos ao cinza mundo dos adultos, em que aparências são mais importantes que o conteúdo...