
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Quem procura, acha...

domingo, 23 de dezembro de 2007
Outro ponto de vista
Ao passo em que, no meu primeiro dia de agência, me perguntaram se eu não estava orgulhoso por trabalhar em uma grande empresa, secular inclusive, na última sexta-feira pude reparar que, enquanto quem está fora gostaria de entrar, quem está dentro almeja vôos mais altos, o que é altamente natural.
Como bem ensinou o ritmo quase letárgico do Popomundo, não é possível se tornar dominar com maestria toda uma profissão em questão de dias, e portanto não há motivo para ter uma pressa desmedida. Afinal, no fim das contas, é você contra você.
Contudo, ainda me surpreende a quantidade de pessoas que consideram mais importante os fins do que os meios. Afinal, certamente estas não puderam contemplar o seguinte diálogo (adaptado) entre Hozoin In-Ei e Miyamoto Musashi:
Afinal, quando se chega ao topo de uma montanha, é possível ver a que distância se está do chão, e quantas montanhas mais altas ainda existem para ser escaladas...- Musashi: Está dizendo que estou preso a uma palavra? Será que estou apenas atrás da fama que ela representa? - In-Ei: Sempre e sempre o eu! Só enxerga o seu eu. Apenas isso. Como você é pequeno. - Musashi: Ser invencível... Só vou me preocupar com isso depois de me tornar invencível. Agora só quero chegar ao topo desta montanha. Eu só quero ver a paisagem lá de cima.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Duas léguas depois do fim da civilização
Após duas quase intermináveis semanas de treinamento na Avenida Paulista, finalmente iniciei meu serviço em Mauá, cidade conhecida no ABC por ter apenas cipós e índios. Eu poderia ter um destino diferente, já que uma moradora da cidade pediu para trocar de agência comigo, mas, como ainda não fiz seguro de vida, achei que o centro de Diadema não era lá grande coisa :Pterça-feira, 4 de dezembro de 2007
I Like Chopin de cu é...
Sim! o Bloco 7 reaberto! Tamo aí na atividade, no morro do dendê e dos lanches nadando na pimenta, regados com cerveja e cachaça de barril 24 horas por dia \o/- Saudades daqui!- Você que é o Fernando?- Sou. Por quê?- O criador da comunidade do Orkut?- Não, sou só o atual proprietário, porque um dia a comunidade ficou sem dono.- Que legal! Eu entro de vez em quando na comunidade!
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
A um salto da liberdade
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
O Bahia que gostaríamos de lembrar em 2007
Tudo bem, não estava nos planos mesmo...
domingo, 25 de novembro de 2007
Chan e o espelho do Capitão Nascimento
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
Bilhete de despedida
Este será o último post de minha vida como a conheço. A barba da foto acima, que chegou a ser carinhosamente comparada com a de um náufrago, já se foi, por questões contratuais, e provavelmente para todo o sempre. Não fosse o reflexo de pular de uma moto em movimento no meio de uma avenida, sabe-se lá o que mais teria ido para o beleléu, graças à absoluta falta de inteligência do Casão, que simplesmente se sentiu no direito de fazer um 180° para trocar de faixa sem olhar para trás apenas porque deu seta para a esquerda. O carro branco parou assustadoramente próximo de onde deveria estar minha perna esquerda, e não tenho certeza alguma de que a mesma caberia naquele espaço.sábado, 10 de novembro de 2007
Santa ingenuidade, Batman!
- Premissa 1: Se não investigarem as ligações suspeitas do Corinthians (que seria o ponto inicial da CPMI), não vão encontrar mais maracutaias entrelaçadas;
- Premissa 2: Mesmo se houver investigações deste nível, a FIFA garantiu que a realização da Copa do Mundo-2014 no Brasil não será afetada;
- Portanto: Se todos fizerem vistas grossas, a Copa-2014 será realizada no Brasil.
Diante de tal cenário, é difícil deixar de concordar com a opinião do Financial Times, que afirmou semana passada que a organização da Copa no Brasil seria "um caos", e com o jornalista Flávio Prado, que previu que o montante a ser desviado ilicitamente durante a organização da Copa do Mundo fará Brasília parecer café pequeno. E olha que nunca houve faraó brasileiro...
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Já não se fazem lendas urbanas como antigamente ¬¬'

Luke e V(t amo) diz:
puta q pariu!! acabei de matar uma barata espacial...
Fernando diz:
Como isso?
Luke e V(t amo) diz:
sei lá
Luke e V(t amo) diz:
ela era enorme e doida, pq a luz do meu quarto tava acesa e ela passou do lado do meu pé... dei uma paulada e ela ficou 2 min quieta... daki a pouco ela começou a correr só com as patas dianteiras
Luke e V(t amo) diz:
pq as traseiras eu quebrei
Luke e V(t amo) diz:
aí eu dei outra paulada e msm assim ela estava se contorcendo
Luke e V(t amo) diz:
sem falar q ela explodiu na 1ª paulada
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Uma viagem ao passado (parte 2)
domingo, 4 de novembro de 2007
Uma viagem ao passado (parte 1)
Não há como não reparar no ar de Santa Rita do Passa Quatro logo ao desembarcar na rodoviária. Deve ser alguma espécie de implicância minha, não sei, mas aparentemente não há um único dia em que a temperatura na cidade esteja abaixo dos 30°C.
Aliás, falando em temperatura, o tempo em Santa Rita parece correr de maneira diferente. Os elevadores ainda não chegaram a estas terras, pois, se chegassem, teriam de encarar o desemprego estrutural (assim como boa parte da população), visto que as construções mais altas da cidade são sobrados.
Os dias começam mais tarde e terminam mais cedo, especialmente em época de feriados, situação simetricamente oposta ao cotidiano das grandes cidades em feriados, quando o expediente muitas vezes é extendido, para não perder a clientela. Comércio apenas até o meio-dia e olhe lá...
Nesta cidade, aonde quer que se vá, sempre haverá um par de olhos que se espreguiça calçada afora a vigiar seus passos com um misto de curiosidade e indiferença, como a dizer "pressa para quê?".
Apesar do ar nostálgico que carrega, Santa Rita do Passa Quatro também acompanha a passagem do tempo. Não apenas, ao contrário de minha infância, as pessoas começam a morrer, como (quem diria!) já até ocorrem prisões de traficantes, que, naturalmente, se transformam instantaneamente em manchetes dos jornais locais. Em compensação, ninguém neste feriado de Finados foi capaz de trazer de volta a Santa Ritense, equipe de futebol que por seguidas vezes foi impedida de lutar pelo acesso nas divisões inferiores do Campeonato Paulista por causa da lotação minúscula de seu estádio - 5.000 torcedores - que não pode ser ampliado por razões estruturais (leia-se "o terreno ao lado não está disponível").
Vale lembrar que a Santa Ritense, apelidada carinhosamente de Vermelhinha por seus torcedores (que dificilmente faziam as bilheterias chegarem ao terceiro dígito), já abrigou craques do naipe de Bermuda, Jomar, Lê Usina, Massaro e até mesmo o haitiano Kowsky, lateral-direito/volante que veio ao Brasil como turista para se refugiar da desordem que tomava conta de seu país, e não obteve um visto de trabalho por causa da maravilhosa burocracia tupiniquim. Não sabem o que perderam...
No dia em que for contar histórias para meus netos (embora nem ao menos pretenda ser pai), certamente comentarei o treino que vi de Kowsky Sainvil, que não devia nada a nenhum Joílson (Botafogo) da vida, enquanto estiver com minha camisa 7 do uniforme reserva da Santa Ritense. E apenas por ser uma relíquia que não posso ser considerado herege, pois durante um mês fui zagueiro do outro time da cidade, o Cinelândia, que sempre se manteve fiel ao amadorismo, e era treinado pelo Seo Várti, pedreiro nas horas vagas, já que em meu imaginário o mesmo sempre será técnico de futebol, que me fez chegar ao Interfatec 3 como titular do meio-campo da Fatec São Bernardo, que, esta sim, mantenho guardada comigo uma camisa como recordação. Embora tenha jogado com a 2, atuava como volante (ou trinco, como dizem os tugas), mais pela esquerda, por ser igualmente (in)eficiente com ambas as pernas.
Voltando ao presente, jamais poderia deixar de escrever sobre uma das lembranças nostálgicas desta viagem: um louco (no sentido real da palavra) que, lá pelas tantas, brotou em um dos bancos do ônibus. Falava sozinho o tempo todo e trocava constantemente de cadeira, o que causava um tilintar constante de seus vários adornos. Visualmente, o tiozinho, um senhor de meia-idade, era um show: jaqueta de couro rasgada e possivelmente alguns números menor do que ele mesmo, um headphone todo remendado com fita isolante, latas e mais latas amassadas e amarradas como se fossem colares e até mesmo uma cabeça de boneca davam o ar da graça, fora um pedaço de metal que parecia ser uma tampa de panela ou algo assim que protegia (?) suas costas.
Entre comentários com seus amigos imaginários e resmungos sobre o volume do som que só ele ouvia, um comentário valeu por toda a viagem: "Chegando em Santa Rita vou é detonar na cachaça!"
Problemas, para quê? Esqueça as contas, o perfume da esposa, as roupas dos filhos, descarregue a carcaça e caia na carne com cachaça. Por isso que os mais loucos nos remetem à infância: trazem lembranças de tempos em que a maior preocupação de nossas vidas era a chegada da hora do recreio que jamais vinha...
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Do fundo do baú digital
Ambulantes não podem atuar perto do Bruno José Daniel
Venda a distância de duas quadras do estádio faz com que lucro de Antonio Marchetti despenque
Há 14 anos, o ambulante Antonio Marchetti vende lanches e bebidas nas imediações de estádios de futebol. Porém, neste ano, ele tem sido impedido de trabalhar nas imediações do Estádio Bruno José Daniel, em Santo André, e tem de ofertar seus produtos a dois quarteirões do estádio. Tamanha distância fez com que suas vendas sofressem uma queda vertiginosa, para não dizer desesperadora.
Em outros tempos, Antonio conseguia faturar R$ 300 em dias de confrontos do Santo André contra times grandes, mas, atuando longe do estádio, faturou pouco mais de R$ 70 na partida entre Santo André e São Paulo, ocorrida no último dia 18 (vitória do Santo André por 1 a 0). Se este é o faturamento de um jogo contra um time grande, as expectativas de Antonio Marchetti, que conta com o auxílio de seu filho Fernando, não são nada animadoras.
Inconformado com sua situação, Antonio decidiu expressar seu sofrimento, e espera um dia poder voltar a trabalhar nas imediações dos estádios:
- Eu fico chateado porque a gente é pai de família, a gente precisa trabalhar porque emprego a turma não dá para a gente mesmo. Vou fazer 49 anos, estou desempregado, preciso trabalhar, tenho família, preciso pagar minhas dívidas também e a gente vive disso aqui. Já há 14 anos trabalho com barraca, em muitos lugares a gente roda. Agora, quem mora aqui perto e quer trabalhar aqui no Bruno José Daniel não tem condições porque não deixam a gente trabalhar nem na frente do estádio.
Apesar da situação, e talvez até mesmo por conta dela, Antonio mostra seu caráter e se recusa a abandonar seu ofício para se dedicar a outras atividades menos honrosas ao mesmo tempo em que faz um apelo:
- Nós somos pais de família, a gente precisa trabalhar, pô! A gente vai roubar? Quem somos nós? Eu, graças a Deus, sou evangélico, e pretendo trabalhar muito na minha vida, na honestidade. Então eu estou pedindo para pelo menos na frente do estádio a gente trabalhar, porque todo mundo aqui é pai de família, mãe de família, precisa trabalhar. A gente necessita muito do emprego.
Sofrendo na própria carne as quedas nas vendas, ele faz um apelo:
- A gente fica chateado porque a gente vem, compra a mercadoria, chega aí, o tal do (major) Marinho não deixa a gente trabalhar. Pô, ele é aposentado, já tem o serviço dele. Deixa a gente trabalhar!
Em tom de despedida, Antonio revela seu mais íntimo desejo:
- Nós não somos marginais, não somos nada. A gente quer trabalhar...
quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Quando as flores envelhecem

A hora de plantar novas flores no jardim se aproxima, mas quantas flores mais se perderão durante o desenrolar desta história? Quantas flores serão ceifadas prematuramente para que se mantenha a lembrança das mesmas pela eternidade? Não sei, apenas posso prometer depositá-las sobre o solo fértil do jardim, para que venham a adubar as flores do amanhã, pois, no fim das contas, somos todos autodestrutivos e necrófagos.
(Flores de plástico não morrem, pois jamais estiveram vivas)
terça-feira, 23 de outubro de 2007
The Hanging Garden
Quem diabos é o louco que pendura uma garrafa vazia e invertida ao lado de uma árvore? Não se sabe, mas o mais incrível é que isto não acontece com apenas esta árvore na ETE Lauro Gomes (entrada da Fatec São Bernardo). Deve ser alguma espécie de arte expressionista ou talvez uma homenagem aos jardins suspensos: o jardim das garrafas enforcadas...domingo, 21 de outubro de 2007
A essência do blog
Apesar de tudo, o melhor da noite foi o show do Móveis Coloniais de Acaju. Músicas originais, leves (mas profundas) e uma grande performance ao vivo!
Fiquei R$ 40 mais pobre e um litro de Orloff mais gordo, mas valeu a pena =)
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Notas de rodapé em uma página vazia
Beavis & Butt-Head. Certamente um dos ícones de toda uma geração doped off, seja pelas drogas, pela falta de oportunidades ou simplesmente pela constante exposição ao Domingão do Faustão nas tardes dominicais. Não dá para definir como algo menor do que "genial" as visões de mundo que se expressam em seus comentários durante as exibições de trechos de clipes, como bem exemplifica o episódio acima (No Service, da sexta temporada do seriado):
- Half Man Half Mole (Chris Knox): "Dammit, Beavis! You'll never gonna out be... be smarter than me. So don't even try, just shut up!"
- Scatman (Scatman John): "There already is a name for this kind of music, Beavis: it's called crap!"
- Malibu (Chick): "Check it out, Butt-Head! A whore!"
Talvez por misturar altas doses de ironia, desilusão e sinceridade em um mundo mais ingênuo, sem temores de hecatombe nuclear ou ataques terroristas, que séries como Beavis & Butt-Head, Garoto Enxaqueca e Liquid Television, apenas para citar algumas, se tornaram cult e até hoje permeiam o imaginário de muitos, principalmente por acreditarem em si próprias e não apenas tentar vender imagens ou produtos. E, atualmente, a própria MTV, emissora que veiculou os referidos desenhos, demonstra uma incrível falta de fé em sua própria essência, principalmente (mas não apenas) por relegar a música, um produto menos atrativo, que possibilita menos intervalos comerciais e demais caça-níqueis, a horários menos atrativos, quando o fim subverte o meio e se torna origem.
Contudo, que fim levaram os Beavis e Butt-Heads da vida real? Aquele jovem risonho, que não queria nada da vida em 1994, ano em que foi lançado o single Scatman (Bi-Ba-Bop-Ba-Dop-Bop), classificado muitas vezes como "música de elevador" pelo mesmo, ronda os trinta anos em 2007, e talvez tenha enriquecido ou more escondido no porão da casa dos pais por ser a vergonha da família, não se sabe ao certo. Há apenas uma certeza: em meio a uma existência vazia em um mundo sem sentido, Beavis & Butt-Head sempre merecerá uma citação honrosa, um símbolo de tempos irrelevantes, e exatamente por isso inestimáveis.
domingo, 7 de outubro de 2007
Waiting for the Sirens' Call
Não suficiente, quem ainda tornaria a ligar dois minutos depois da primeira ligação, que não foi atendida, apenas para tentar mais uma vez trazer alegria a outra pessoa?
Definitivamente, devo me sentir um abençoado por ter ao meu redor pessoas que gostam tanto assim de mim, assim como lamentarei não estar acordado a essa hora para atender ao chamado...
Já que o New Order foi a causa deste post, nada mais justo do que uma homenagem: uma versão instrumental de Bizarre Love Triangle, executada por um maluco de Nantes que toca de ouvido.
PS: Foi ligação a cobrar? Foi, mas não diminui em nada o mérito (pelo contrário). Foram as primeiras ligações recebidas desta pessoa no dia? Não foram, mas isso é assunto para outro post, se muito =P
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Já comeu um palhacito hoje?

Existem poucas fontes de humor mais confiáveis e perenes que a mente de uma criança. A maioria dos cartunistas, seres infantilizados que são, sabe bem disso. Mas, quando se dispõem a captar o espírito tumultuoso dos pequenos, eles quase sempre trapaceiam. Sem pudor, criam não crianças reconhecíveis, mas adultos em miniatura, irritantes e piadistas. Pode-se atribuir isso a indolência ou falha de memória, mas a maioria das pessoas que escrevem diálogos cômicos para crianças dá mostra de uma surpreendente falta de sensibilidade - ou de fé - em relação ao material que as inspira, isto é, a infância, em toda a sua livre e encantadora exuberância.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Who wants to be a millionaire?

quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Impotência
Impotência, é sentir o cano gelado do revolver na sua nuca.
Impotência, é ver o suor do seu trabalho ir embora, com mais 12 prestações para pagar.
Impotência, é ligar pra policia e eles dizerem que " se tiver alguma novidade, a gente liga tá?"
Impotência é discar o primeiro numero da lista, o de seu melhor amigo, e ele não estar para papo.
Impotência é ter que disputar a atenção da pessoa que você ama nesse momento, com um bandido com uma bala no corpo.
impotência, é estar digitando este texto e estar aguardando a 30 minutos para poder avisar sua operadora de cartão de crédito que você foi roubado, sem ser atendido.
impotência, é viver nesse pais de merda......
deixa pra lá, amanhã eu vou acordar´pra ser zoado por todos mesmo, de que interessa o que eu penso.
Só um clique, por favor. É para a minha árvore...

A tecnologia deveria vir para facilitar as tarefas do homem, de forma a lhe proporcionar mais tempo livre para suas atividades pessoais. Somente esqueceram de dizer que, junto com a automação de atividades, viria uma irrefreável despersonalização.
Ao mesmo tempo em que uma pessoa chega ao cúmulo de dizer que, em dado momento, é apenas a matrícula 12345-6 da faculdade tentando lograr êxito em sua aprovação, há também um lado irônico, e por vezes cruel, em todo este vazio digital.
Com o intuito de ajudar o planeta, a mesma pessoa que todos os dias esquece de lhe desejar "bom dia" vem, com a maior cara lavada do mundo, lhe pedir um clique para um site maluco que conta acessos para plantar árvores. Sem que você tenha de comprar a muda, cavar terra, nada. Ou seja: sua existência, por vezes, se resume a um simples clique. Uma cruel metáfora do pós-modernismo e de nossa sociedade, erigida sob os pilares do "efêmero" e do "descartável".
domingo, 23 de setembro de 2007
sábado, 22 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Little Albert from hell

Fafu era um jovem mapinguari (um macaco gigante de um olho só que devora pessoas), e foi escolhido para este experimento por ser um mapinguari que dificilmente demonstrava alguma emoção ou apego a algo.
Fafu gostava de sair e se socializar com outros mapinguaris, e se sentia feliz assim. Contudo, sempre que os mapinguaris estavam juntos, tinham o costume de consumir doses titânicas de álcool. Logo, o jovem Fafu passou a associar o hábito de beber aos fugazes momentos de alegria de sua vida.
Sem a necessidade de seus amigos para se sentir feliz, Fafu passou a ter seu vício como único companheiro, amigo e confidente, a ponto de se distanciar dos mesmos amigos de outrora, por não mais associá-los a sensações positivas.
Contudo, ao contrário de seu amigo Albert, Fafu tem diante de si a oportunidade de reverter o processo, e um dilema: botão vermelho, azul, ou the rock bottom?
BGM: The Cure - Lost
domingo, 16 de setembro de 2007
Mente inativa é a oficina do capeta...
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
No final das contas, é você contra você

domingo, 9 de setembro de 2007
Porque a sorte é uma metralhadora giratória...
- Fui avisado no fim da tarde que havia sido aprovado em concurso do Banco do Brasil, o que me fez pedir exoneração na Câmara.
- Vi o Casão demolir os créditos do meu celular para tentar não ser demitido MAIS UMA VEZ no Popomundo (sim, ele ficou de bate-papo inútil com o telefone dos outros);
- Paguei, sozinho, R$ 56 nos Espetinhos Ferrari (embora R$ 15 tenham sido investidos em uma jurupinga =P);
- Casão ficou alcoolizado ao ponto de ter xilique e descer do carro do Bussunda correndo, mas não sem antes deixar cair o crachá e alguns comprovantes de pagamento;
- Ri horrores às custas do porre dos outros, o que certamente me condenará ao inferno, ou, a pelo menos dia desses visitar uma casa que faz costela de graça para quem enche a lata. É só falar que o "Piu do Baeta" indicou...
No fim das contas, está mais do que óbvio que tudo isso é culpa de Carlos Tadeu Lopes. De quem mais poderia ser, afinal? Sorte chinesa who???
terça-feira, 4 de setembro de 2007
A sorte chinesa
Comentários a respeito do teor da sorte chinesa no próximo post.SOMENTE PARA AQUELES QUE ACREDITAM NA SORTE
Quando alguém lembra de nós e nos deseja sorte, isto por sis só já é bom, não é mesmo?. E se além disso formos contemplados com a sorte chinesa da mensagem, melhor ainda.
DESEJARAM-ME SORTE E EU DESEJO A VOCÊ TAMBÉM!
SORTE CHINESA
A pessoa que me mandou esta mensagem é super séria, famosa, muito bem sucedida, profissional e financeiramente.
Foi no meio de um papo, há alguns dias... Quando relatei alguns problemas que venho enfrentando, que a mesma pessoa disse que me enviaria esta mensagem, tão logo retornasse de uma viagem. E fez isso hoje.
A pessoa garante que a mensagem é milagrosa. Como é de graça, achei que valeria tentar.
Um abraço
DINHEIR0
Ele pode comprar uma casa, mas não um lar.
Ele pode comprar uma cama, mas não o sono.
Ele pode comprar um relógio, mas não o tempo.
Ele pode comprar um livro, mas não o conhecimento.
Ele pode comprar um título, mas não o respeito.
Ele pode comprar um médico, mas não a saúde.
Ele pode comprar um sangue, mas não a vida.
Ele pode comprar o sexo, mas não o amor.ENSINAMENTO CHINÊS
Um ensinamento chinês deve trazer sorte.
O original é mantido na Holanda.
Este ensinamento já deu 8 voltas ao redor da Terra.
Agora, ele trará sorte para você. Após o recebimento desta mensagem, você terá sorte. Isto não é brincadeira. A sorte virá até você, por telefone, pelo correio ou pela internet. Envie cópia desta mensagem às pessoas que precisarem de sorte. Não envie dinheiro, pois a sorte não se compra. Nãio guarde esta mensagem, por mais de 96 horas, pois dentro deste prazo ela deve ser enviada.Três exemplos do que aconteceu:
- Hans Dieter recebeu a 1a. mensagem em 1953. Ele pediu à sua secretária para que fizesse 20 cópias. 9 dias depois, ele ganhou 9 milhões de marcos na loteria de seu país.
- Adalberto, um trabalhador, recebeu a mensagem e a esqueceu. Dias mais tarde, ele perdeu o emprego. Em seguida, ele a enviou continuando e, de repente, sem que ninguém pudesse compreender, fez fortuna.
- Em 1967, Bruno recebeu. Deu risada e jogou fora. Alguns dias mais tarde, seu filho nasceu doente. Ele procurou a mensagem, copiou 20 dias e fez a distribuição. 9 dias mais tarde, ele recebeu uma boa notícia: seu filho estava salvo e tinha recuperado a saúde.
Não se esqueça, não mande dinheiro e não assine. Envie, simplesmente, 20 Cópias e espere para ver o que vai acontecer no 9o.dia.
Eu estou enviando para você, pois a mensagem deve dar a volta ao mundo.
Envie 20 cópias aos seus conhecidos, seus amigos e à sua família. Alguns dias mais tarde, você receberá boas notícias ou terá uma excelente surpresa.Isto é verdade mesmo. Esta mensagem é enviada a título alguém que lhe quer bem, a sorte realmente acaba de ser enviada para você. Você terá BOA SORTE, podendo acontecer em até menos de 4 (quatro) dias, a contar do dia do recebimento.
É a sua vez agora de encaminhá-la.
Não envie dinheiro, mas apenas cópias às pessoas que precisarem de sorte.
Não envie dinheiro, pois a fé não tem preço.
Não guarde esta mensagem. Ela deve sair de suas mãos dentro de 96 horas.
Por gentileza, envie as cópias e verá o que vai acontecer.NÃO ESQUEÇA:
NÃO ENVIE DINHEIRO
NÃO IGNORE ESTA MENSAGEM
ELA FUNCIONA REALMENTE
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Lei de Gerson

domingo, 2 de setembro de 2007
Aula prática de metafísica

- A lata não pode estar pendurada e caída ao mesmo tempo;
- Não há como precisar o momento em que a lata cairá, já que é absurdo imaginar que a lata permaneça indefinidamente suspensa sem o apoio de alguma saliência.
Se somente podemos verificar o estado da lata ao olharmos para a mesma, e se não podemos precisar o momento em que a lata cai, que nome se dá para o momento em que, por uma razão qualquer, não podemos olhar para a lata (como, por exemlpo, se a lata passa a noite pendurada no guarda-sol e os espectadores vão dormir)? "Animação suspensa" é a resposta.
Aplicação prática
Não adianta tentar vivenciar hoje o amanhã (o que não significa que não se deva planejar o futuro, apenas se deve viver o momento). Tá com dúvida? Se banque, dê as caras e pague para ver!
sábado, 1 de setembro de 2007
A educação abre muitas portas...

sexta-feira, 31 de agosto de 2007
A gaiola das loucas
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Popoencontro SBC - 25/8/2007
Simples assim: um encontro de jogadores do Popomundo, que, por sua vez, é um jogo online que retrata a indústria musical. Se você não entendeu absolutamente nada, fique com a definição popular: um jogo habitado por nerds, emos e gays...
Considerando-se que eu, Casão, Luke e Vê somos usuários do Popomundo, e, dos quatro, apenas a Vê não é fatecana (mas é namorada do Luke, que, por sua vez, é fatecano e quase um clone mais moreno do meia Ricardinho, que esteve na Copa do Mundo de 2006), toda vez que saímos para algum lugar, trata-se de um Popoencontro :P
A foto acima foi tirada no ponto de partida do Popoencontro SBC do último sábado (25): EC São Bernardo 0 X 0 Pão de Açúcar, em partida válida pelo Campeonato Paulista Sub-20 da Segunda Divisão. A referida partida ocorreu no Baetão, um estádio de arquibancadas assimétricas e gramado sintético, sem nenhum policiamento e, infelizmente, sem vendedores de cerveja...
Como a partida estava muito chata, partimos no intervalo e fomos procurar algo melhor para fazer. E, quem procura, acha:
No vídeo acima, Luke, que é brasileiro e não desiste (ou tem grana) nunca, mostra que tem treinado muito para ser boxeador, ou pelo menos para fazer um remake de Rocky Balboa, com direito a carregar a Vê como lastro. Só resta saber se ele sabe gritar "Adriaaaaaaan!!!!" ¬¬'
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Teoria motivacional em um cenário pós-Jeremiático
Eu realmente não via necessidade de aprender a operar decentemente meu celular, até que, na última sexta-feira (24), tirei o flagra acima de um cidadão quase caindo de bêbado com uma garrafa de Duelo na mão direita, mas, ainda assim, tentando atravessar a rua (porque "na URSS, a rua atravessava VOCÊ!!!", ou simplesmente porque o semáforo estava aberto mesmo). Resultado: aprendi, em dois tempos, a descarregar os vídeos para o PC, para então juntar vídeo e audio e fazer o upload...
Maslow deve estar se revirando no caixão depois dessa. Ele e aquela malfadada pirâmide de necessidades =^_^=
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Da série "axiomas"
domingo, 26 de agosto de 2007
Aprendendo a morrer
- Faster, fã de heavy metal, Ragnarok e, apesar de seu senso crítico, constantemente é visto mostrando ao mundo sua risada de desenho animado;
- Fernando, ser que busca a iluminação, ainda que aprecie andar na escuridão total. Lê textos de filosofia enquanto ouve Mayhem com a maior naturalidade;
- McCants, animal sentimental, ilusionista nas horas vagas e, apesar de sua semelhança com o ex-jogador Casagrande, já foi visto "acusando o golpe" mais vezes que Reginaldo Holyfield.



