Após duas semanas de treinamento e mais duas semanas de agência, começo a desconfiar que Banco do Brasil, Miyamoto Musashi e Popomundo estão mais interligados do que se poderia supor.
Ao passo em que, no meu primeiro dia de agência, me perguntaram se eu não estava orgulhoso por trabalhar em uma grande empresa, secular inclusive, na última sexta-feira pude reparar que, enquanto quem está fora gostaria de entrar, quem está dentro almeja vôos mais altos, o que é altamente natural.
Como bem ensinou o ritmo quase letárgico do Popomundo, não é possível se tornar dominar com maestria toda uma profissão em questão de dias, e portanto não há motivo para ter uma pressa desmedida. Afinal, no fim das contas, é você contra você.
Contudo, ainda me surpreende a quantidade de pessoas que consideram mais importante os fins do que os meios. Afinal, certamente estas não puderam contemplar o seguinte diálogo (adaptado) entre Hozoin In-Ei e Miyamoto Musashi:
Afinal, quando se chega ao topo de uma montanha, é possível ver a que distância se está do chão, e quantas montanhas mais altas ainda existem para ser escaladas...- Musashi: Está dizendo que estou preso a uma palavra? Será que estou apenas atrás da fama que ela representa? - In-Ei: Sempre e sempre o eu! Só enxerga o seu eu. Apenas isso. Como você é pequeno. - Musashi: Ser invencível... Só vou me preocupar com isso depois de me tornar invencível. Agora só quero chegar ao topo desta montanha. Eu só quero ver a paisagem lá de cima.
PS: Sim, não me importa em qual empresa estou trabalhando, é apenas um emprego, e quem define se isso é bom ou ruim é a própria pessoa.
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